segunda-feira, 11 de abril de 2016

Kamen Teacher - Live Action


Olá jovens escreverei aqui sobre mais uma recomendação, que na minha opinião vale pena assistir, se você também gosta de Kamen Rider's assim como eu. Kamen Teacher (Professor Mascarado) é baseado no mangá escrito e ilustrado por Tooru Fujisawa, que ainda não li, então falarei apenas do Live action que possui 12 Episódios, 1 Episódio especial e um Filme.

Os professores perderam autoridade na escola, não podendo punir os alunos fisicamente (e onde pode?) ou coloca-los de castigo, ou seja, se tornou "terra de ninguém". Então os alunos fazem o que querem e quando querem. Para contornar esta situação e corrigir os delinquentes, o governo fez um programa chamado Kamen Teacher, onde professores especiais podem usar da força e medo ( ou seja " dar um pau" neles).

Aí que surge o personagem principal, Araki Gouta, que é um desses Professores Mascarados, mas por ter falhado em salvar um dos alunos e deixo-lo morrer, então ele decide que irá usar uma "força maior".



Araki Gouta assisti a um programa de TV chamado 3 Nen C Gumi Kinpatsu Sensei (3 Ano C Professor Kinpatsu, que se basei em dorama japonês 3 Nen B Gumi Kinpachi Sensei), onde aprende várias coisas sobre amizade, amor, perdão, e depois aplica com seus alunos para ajuda-los.


A série é um drama, onde cada aluno tem um problema diferente,há também aquele humor típico japonês, além de algumas referências ao Kamen Rider's, como andar de moto pela escola, e o Rider Kick.


Bom jovens é isso ai, nós dos 42 Balrogs esperamos que estejam gostando das postagem, e que continuem conosco nessa jornada.

Até mais.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Análise de menina: Luigi’s Mansion – Dark Moon - Nintendo 3DS

By Leticia Sena


Luigi’s Mansion – Dark Moon é um dos jogos mais gostosos que eu tive a oportunidade de jogar. Além de uma história envolvente, o teor cômico presente no jogo, personalizado magistralmente por Luigi, faz com que a jogatina nunca seja cansativa ou chegue ao fim.
Teve seu lançamento mundial em 2013 e é conhecido em alguns países como Luigi’s Mansion 2, porém, apesar de ser o segundo jogo da franquia não deixa nenhum fã de primeira viagem perdido em relação a sua história. Luigi encara uma aventura solo como caça fantasma, dentro de várias mansões (daí o nome do jogo) com o objetivo de juntar os pedaços de uma bela pedra roxa com formato de meia lua (Dark Moon) que tinha a função de manter a ordem entre os fantasmas ajudantes do Dr. E. Gadd. Além disso, o encanador deverá capturar os fantasmas hostis com o seu incrível “aspirador de fantasmas” Poltergust 5000.


Cada tipo de fantasma do jogo apresenta um nível de dificuldade diferente a ser ultrapassado e alguns deles, obrigatoriamente precisam ser enfrentados em grupo, o que para mim apresentou a maior dificuldade de todas durante o gameplay.


Acredito que a maior obra prima do título, seja a sua jogabilidade impecável. Além de contar com os comandos normais dos botões do Nintendo 3DS, em alguns momentos, principalmente para a visualização dos cenários, também é necessário usar o sensor de movimentos, uma das características mais singulares do portátil.
Como não poderia deixar de ser, ainda existem os itens extras que precisam ser recolhidos durante o jogo, afinal cada fase conta com um grupo diferente de cristais, fantasmas e passagens ocultas a serem encontrados com o facho mágico de luz saído do Poltergust 5000, e para coletá-los o jogador tem a possibilidade de retornar as fases a qualquer momento.
Eu ainda não consegui encontrar todos os itens colecionáveis, por isso não sei se essa atitude habilita algum extra no jogo. Se você já conseguiu conta pra gente aqui nos comentários o que acontece!
Existe também um modo multijogador que pode ser local ou online que leva o nome de ScareScraper: com 3 modos diferentes. O primeiro consiste em uma caça rápida a fantasmas numa torre com vinte e cinco andares, chamado de Hunt Mode. O segundo os jogadores precisam pisar todos juntos em plataformas espalhadas pelas fases, e ganha o nome de Rush Mode. Por fim temos o Poulterpup Mode onde é necessário perseguir e capturar os cachorros fantasmas que são mestres em fugas. A cada cinco andares você se depara com um boss, o que dificulta bastante a conclusão desses modos.


A trilha sonora é mais viciante do que a música do comercial do Giga Pudding, o que torna bem comum e esperado o fato de que durante muitas vezes durante o jogo você se pegue cantarolando suas canções junto com o Luigi. O que me faz recomendar que não se jogue esse título perto de desconhecidos e “não-gamers”, se quiser evitar maiores constrangimentos.
A cereja em cima do Sunday fica a cargo dos efeitos em 3D, presentes durante toda a aventura e do eterno bom humor do protagonista apesar de sua aparentemente eterna falta de sorte.


Tendo me divertido com vários jogos protagonizados pelos irmãos Bros, o que mais me surpreendeu foi a aventura solo do Luigi se mostrar tão superior as outras situações em que os dois aparecem juntos como em Mario e Luigi – Partners in time, Mario e Luigi – Bowser’s inside story, Mario e Luigi – Dream Team e até mesmo o Super Mario 3D land e o classíquíssimo Super Mario World, pelo qual tenho um carinho nostálgico inigualável.



Enfim, este é um jogo maravilhoso, elaborado para um portátil excelente, quem em nada poderia ser melhor. Sem dúvida foram horas e dinheiro muito bem gastos de minha parte com os dois.

Espero que tenham gostado! Até a próxima melons!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Batman Vs Superman: A Origem da Justiça. Vale ou Não a pena?

By Michel Zaneli


Olá amigos e amigas que acompanham o 42 Balrogs, como de praxe não poderíamos perder a oportunidade de falar um pouco do tão comentado filme Batman vs Superman: A Origem da Justiça, então bora para a pergunta: VALE OU NÃO A PENA gastarmos nosso suado dinheirinho no cinema? 

Muitos de vocês leitores e leitoras assim como eu estávamos ansiosos para ver este filme deste seu anúncio, mesmo com a polêmica contratação do ator Ben Affleck no papel do Cavaleiro das Trevas e um Lex Luthor um tanto quanto novo e diferente para os padrões das histórias em quadrinhos da DC Comics, o filme era aguardado com trailers e mais trailers enchendo nossos corações de expectativas e ansiosidade. 

Para quem não sabe o filme é uma sequência direta do incrível Homem de Aço (Man of Steel, 2013) do diretor Zack Snyder, que na minha opinião, é um dos melhores diretores de filmes baseados em histórias em quadrinhos com um longo currículo que vai de 300 e sequência, Watchmen e o Sucker Punch: Mundo Surreal. Ele tenta trazer o lado mais "hq" possível para as telonas sem demonstrar que é só algo exclusivo de crianças, coisa que na minha opinião deixou de ser desde os anos 90 passando a valorizar temas sobre a psique, caráter e ideais sócio-políticos.

Voltando ao Homem de Aço, temos nele um recapitulando da origem de Kal-El e a destruição de seu planeta Krypton. Depois vemos ele investigando seu passado e descobrindo qual a sua utilidade para o planeta no qual foi enviado por seu pai. Ele só não contava com a vingança do General Zod e seu sonho de reconstruir Krypton no planeta Terra. Não entrarei em muitos detalhes, mas Superman será a chave para o plano maquiavélico de Zod (bem óbvio, mas tudo bem). O que ficou interessante no filme e a grande sacada foi as mensagens subliminares da futura continuação do filme e quais personagens surgiram no futuro longa, como por exemplo, o logotipo da indústria de Lex e o satélite de Bruce Wayne, causando um alvoroço por muitos fãs. 

Capa do filme Man of Steel (Homem de Aço, 2013)
Com todas essas mensagens coisa boa viria por ai. E ela chega quebrando muitos paradigmas de filmes em histórias em quadrinhos. Em 2016 recebemos Batman vs Superman: A Origem da Justiça, e nele a continuação da luta de Superman em tentar compreender qual seu papel para a humanidade. A introdução do Bruce Wayne é impecável, ficou tudo muito bem organizado sem necessitar de ficar aprofundando no personagem e seu trauma de infância, coisa já muito manjada. O ator Ben Affleck ficou incrível, para muitos e até pra mim, o melhor Batman já representado no cinema, lembrando muito o dos games da série Arkham.

Na trama vemos Lex Luthor louco em querer apresentar o quanto Superman pode ser prejudicial para a sociedade, sendo um símbolo da trava da capacidade humana de querer evoluir mesmo sabendo que a humanidade nunca conseguirá, pois vivemos com um alienígena capaz de voar, ter superforça e nós aqui limitados a sentir fome, cansaço e as diversas limitações do corpo humano. 

O ponto positivo do filme fica também a cargo de mostrar realmente o que acontece quando há um embate de heroi contra vilão, porque ficaram muitos mortos durante o confronto de Superman e Zod e mesmo assim muitos filmes no geral sempre mostram aquela impressão de "ok, destruíram uma cidade inteira mas não houve nenhum acidente ou morte" e é através desse evento entre Kryptonianos que Bruce Wayne pega uma raiva tremenda do Superman, dando origem ao título do filme.

Outro exemplo desse paradigma, é que o filme tem muita mensagem sublimar pra quem é fã de carteirinha da DC Comics vai entender logo de cara, achei isso positivo, já muitas pessoas que vi na internet foram ao contrário, esperavam um filme com mais explicações e detalhes mínimos de coisas que nós fãs já sabemos diariamente, mas isso fica a critério de cada um. 

Interessante também é a participação da Mulher-Maravilha no longa, ficou fiel a personagem, sem contar também nas pequenas aparições dos futuros integrantes da Liga da Justiça. Não posso deixar de esquecer o inimigo master do filme, o Apocalypse. Muitos não gostaram do visual dele, mas parem pra pensar no seguinte: ele não é o verdadeiro Apocalypse, é só o corpo do morimbudo Zod, e a produção do filme teve que manter pelo menos uma pequena semelhança com o ator. 

O ponto negativo, na minha opinião, é o personagem Lex Luthor. Esqueça aquele Lex das Hqs e das animações e se prepare para um novo Lex, com uma personalidade estranhamente "única". No filme ele até condiz com a trama mas não tem semelhança alguma com a mente sombria do Luthor original, isso achei que poderia ter sido bem melhor trabalhado. 

Lex Luthor e Apocalypse.

O veredicto do filme é bem claro, vale muito a pena sim assistir, do começo ao fim vai agradar muita gente que é fã da DC Comics que esperava este incrível universo da hq tomar forma no cinema. As futuras sequências prometem muita cosia boa, o filme apesar de jogar muita informação na cara de desavisados, ele revoluciona tendo muitas citações das clássicas histórias dos nossos personagens e inova no roteiro, conseguindo unir os três mitos da editora e apresentar novas ideias para o cinema.


Vale muito a pena a conferida galera, um grande abraço a todos e espero que tenham gostado.

Até mais!