quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Análise - Gears of War (Xbox - 360)

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By Michel Zaneli 

Olá seguidores do 42 Balrogs, como havia prometido darei início a análise dessa incrível trilogia lançada para o Xbox -360, então boa leitura.
Gears of War é um jogo de tiro em terceira pessoa criado pela Epic Games e distribuída pela Microsoft Game Studios lançado em 2006 para o console e posteriormente em 2007 para PC.
O jogo conta a história de um grupo de soldados do esquadrão Delta do exército COG (Coalização dos Governos Organizados) que se uniram para enfrentar uma raça de criaturas que assolam a humanidade, os Locust. Eles se assemelham aos seres humanos e vivem no planeta Sera que foi escolhido pelos humanos pela sua biodiversidade e semelhança com a Terra. Neste planeta além de existirem seres diferentes, um elemento químico chamado de Imulsion vai ser uma nova fonte de tecnologia e riqueza para a humanidade, e como sempre uma guerra terá início para controla-lo. Depois de alguns anos batalhando uma aliança pacífica é criada surgindo assim a COG.
Mal esperavam eles que os Locust, seres do subterrâneo deste planeta planejariam o ataque contra os invasores, dizimando mais da metade de humanos num único dia, que ficou conhecido como Dia – E.  E é aí que entra nosso personagem Marcus Fenix, que durante o Dia – E deixou de cumprir uma missão para resgatar seu pai que estudava o elemento Imulsion, mas morreu no resgate. Marcus foi preso por desacato, mas após o Dia – E os Locust matavam seres humanos incessantemente e o COG não viu alternativas a não ser de libertar Marcus de seu crime e trazer suas habilidades de soldado para salvar o planeta deste conflito.

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O personagem principal do jogo, Marcus Fenix. 
Muitos veem jogos de tiro só como um simples game de mirar e atirar, mas Gears traz mais do que isso. Sua gameplay envolve a interação com o grupo de Marcus Fenix, dando afinidade a equipe e a noção do porque estão lutando contra os Locust. Além de terem uma interação divertida e momentos de reflexão como por exemplo “como pode os seres humanos invadirem o planeta dos Locust e terem o direito de exterminá-los? ”. Isso fica interessante durante a gameplay e até para ser questionado.
Os gráficos colocam o jogo num patamar acima da média se for comparar com outros jogos lançados para o Xbox -360. A cada jogo lançado isso vai evoluindo, não se preocupe. Os cenários são muito bem trabalhados, as vezes até atrapalha sua busca pelos itens que desbloqueiam informações extra sobre a história e personagens com tanta beleza e semelhança com itens, deixando você confuso se aquilo é ou não só um elemento do cenário. A trilha sonora é digna de ser reconhecida, orquestrada em momentos épicos, toques de rock durante a adrenalina irão te prender no jogo por horas e horas.
Sua exclusividade fica por conta também da jogabilidade, todo o cenário pode ser usado como proteção, flanqueando onde quiser e depois correndo entre escombros ou paredes dando total liberdade para planejar onde atacar e se defender. Os inimigos têm uma inteligência artificial muito boa, ainda mais nas dificuldades elevadas do jogo.
As armas são poucas, porém, cada uma padronizada para cada estilo de jogador. A principal dela que ficou famosa é a Lancer, espécie de metralhadora com serra, que ajuda nos combates corpo a corpo.
O modo multiplayer traz mais horas de diversão, com diversos modos de combate, desde um contra um, equipes e humano contra Locust.

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A famosa arma Lancer que além de ser excelente no tiroteio também é uma grande ajuda nos combates corpo a corpo.
Recomendo muito este jogo não só pela sua exclusividade, mas por tudo que ele construiu e revolucionou no gênero com sua jogabilidade, história e sucesso esmagador num estilo tão simplificado por muitos, por não trazer nada de inovador.
Os capítulos finais são surpreendentes e deixam aquela sensação de continuação, que é um bom sinal. Não é à toa que depois de todo o sucesso da série a Microsoft recriou este jogo para o atual console Xbox-One lançado em 2015. Para se ter uma ideia eles refizeram todo o trabalho do game, desde modelagem, trilha sonora e cenários, deixando claro que não é apenas uma remasterização e sim um jogo novo. Fica a dica para quem ainda não viajou ao lado de Marcus Fenix e a equipe Delta.

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Como vocês podem ver no lado esquerdo Marcus Fenix no XboxOne, no direito a versão de 2006 do Xbox360.

Espero que tenham gostado, e aguardem para mais novas análises dessa série! Um grande abraço e boa jornada no planeta Sera.  

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sábado, 30 de julho de 2016

Valente de todas as formas

By Leticia (Luthy) Sena       


Valente é uma hq diferente das outras, não tem nenhum super herói , a história não é sobrenatural e não tem pretensões de enveredar por esses caminhos. O personagem principal é um simpático cão por quem é fácil o leitor se apaixonar e se identificar logo de cara, atrapalhado, fofo, nerd, fã de RPG’s de mesa e com uma grande propensão a se apaixonar pela garota errada. Se houvesse uma personificação do nosso chamado “dedo podre”, esse cara seria o Valente. No mais a história se resume a busca incansável desse estiloso cachorrinho pelo grande amor da sua vida e as muitas outras pessoas que passam por sua existência de forma romântica ou não.


Começamos nossa história com “Valente para sempre” (2011), onde nosso charmoso protagonista conhece Dama, uma bela gatinha pela qual acaba nutrindo um amor platônico. Desiludido com sua situação com Dama, Valente sempre pode contar com os sábios conselhos de sua melhor amiga Buana, mais conhecida como Bu, uma macaquinha muito inteligente, que prima pela experiência em relações amorosas e gosta de sair com caras mais velhos. Até que em sua vida aparece uma esperta panda chamada Princesa que mexe com o coração do pequeno Valente.


Na sequência temos “Valente para todas” (2012), e a situação do nosso já amado cãozinho nesse ponto da história já seria complicado para uma pessoa comum, agora quem diria para um nerd fã de RPG. Valente se encontra no impasse de ter duas lindas garotas em seu encalço, Dama que recentemente se descobriu apaixonada por ele e Princesa que finalmente deseja que o relacionamento que já tem com Valente fique realmente sério. Nosso protagonista finalmente está começando a fazer parte do complicado mundo dos relacionamentos românticos não fictícios. Tadinho!


Depois de suas dificuldades com Dama e Princesa finalmente reencontramos nosso amigo em “Valente por opção”(2013), e parece que a tentativa de manter um relacionamento à distância com Princesa não vai muito bem. É hora de encarar o início de uma nova fase na faculdade e a impossibilidade de relacionamentos amorosos tanto com Dama quanto com Princesa. É hora de mudar de ares e correr como Rocky em busca de novas oportunidades.


Sequencialmente temos “Valente para o que der e vier”(2014), e eis que com uma forcinha do destino e muito da sabedoria de Bu sobre relacionamentos, Valente tem uma oportunidade com a menina mais popular da faculdade, a perfeita e ocupadíssima Luna. Mas tendo que se dividir entre as noites de RPG com os amigos, os churrascos da faculdade, seu relacionamento com Luna e a volta de Princesa, será que Valente vai conseguir manter a sanidade até o fim desta edição?

A história além de tudo encanta por sua sensibilidade, sem ser enjoativa nem o tipo de literatura que classificaríamos de forma machista como exclusivamente feminina. O que quero dizer é que ao contrário do que se pode pensar ao ler a sinopse e quando falo de sensibilidade, é que o enredo não possui nada de conto de fadas, por isso é tão fácil se identificar e se apaixonar por Valente.
Fica clara durante toda a história, a tentativa de reproduzir situações da vida real de pessoas comuns que erram se apaixonam e seguem em frente sempre em busca da felicidade. Alguns dos muitos pontos positivos são: a abrangência da diversidade proposta pelo autor, caso você não tenha se atentado na leitura, valente é um cão, que se apaixona por duas gatas e uma panda, sua melhor amiga é uma macaca que na ultima hq lançada, está namorando uma girafa e creio não ter citado ainda o fato de que os amigos de RPG de Valente serem um rato, uma tartaruga, um elefante, um macaco, um coelho e um javali. A história inteira é desenhada com primazia e riqueza de detalhes, principalmente as cenas de RPG. Cada edição se encerra com uma bela galeria de convidados, cada um dando a sua versão de seu personagem favorito da história. Apesar das desventuras amorosas de Valente não falta bom humor em nenhuma das edições. E na verdade o único ponto negativo fica por conta da demora e da falta de regularidade do lançamento das edições compiladas, devido ao fato de as tirinhas saírem primeiro no jornal para depois serem convertidas a esse formato de acesso mais fácil.
Valente é lançado inicialmente em formato de tirinhas no jornal O Globo e posteriormente em 2011, foi compilado e lançado pelo próprio autor. Até o momento foram lançadas 4 hqs: “Valente para sempre”, “Valente para todas”, “Valente por opção” e “Valente para o que der e vier”, todas compiladas sequencialmente pela Panini Comix a partir de 2012 e escritas pelo genial Vitor Cafaggi.
Recomendo a todos aqueles que desejam inovação no universo da hq’s, e que valorizam ou querem valorizar as criações nerd nacionais, pois essa sem dúvida alguma se encaixa nas duas categorias. Da até pra dizer que Valente é uma versão mais nerd e adulta do nosso querido Snoopy.

P.S. Matéria publicada anteriormente no extinto site Nerdesfera.


quarta-feira, 27 de julho de 2016

Canal - Tested

Olá, Pessoas e Pessoôs! Há algum tempo venho acompanhando um canal no Youtube chamado Tested, de Adam Savage, que fazia o programa MythBusters.
Adam Savage 

No canal, diferente do programa, tem como conteúdo tecnologia, eventos como a Comic-Con, em que o próprio Adam Savage faz Cosplayer, dicas de como usar silicone para criação de moldes, entre outros.
Adam fazendo Cosplay do Capitão Ackbar.

Há muitos Podcasts, só que eu não ouvi nenhum, pois a parte que mais me chama atenção no canal Tested, são os projetos de Adam no "One Day Builds", onde ele monta modelos de Action Figures, ou fazendo uma réplica. E as dicas para trabalhar com silicone, massa de modelar, para criação de moldes.

O canal é Americano, então é bom saber um pouco de inglês, apesar que o próprio Youtube tem a opção de legendas em português .



Por enquanto é isso, nos vemos na próxima.





quarta-feira, 6 de julho de 2016

Dica de passeio: Festival do Japão em São Paulo

By Leticia (Luthy) Sena
Palco principal do evento de 2014

Nada melhor do que um bom evento para visitar nas férias. E se você gosta, tem curiosidade ou simpatiza com a cultura japonesa, no mês de julho rola em São Paulo já tradicional Festival do Japão.
Estando em sua 19° edição, é um evento muito bem organizado, com atrações para pessoas de todas as idades (literalmente de TODAS as idades, ano passado levei meu filho com 1 mês e meio e foi tudo muito tranquilo).
Com entradas a preços populares, uma decoração de dar inveja a eventos muito mais caros, apresentação de músicas e danças típicas, uma área destinada a atividades infantis e uma a atividades da terceira idade e uma excelente e super detalhada praça de alimentação (digo detalhada, pois você pode encontrar comidas típicas de províncias japonesas).
Bom, embora esse festival já esteja em sua 19° edição, eu comecei a frequentá-lo há apenas 2 anos, então o desse ano será o meu terceiro Festival do Japão, e tenho que admitir que pretendo me manter fiel a tradição de visita-lo.

Praça de alimentação em 2014
Apesar de ter algumas pequenas ressalvas em relação a problemas com o espaço nos anos anteriores (dificuldade de acesso ao evento localizado no São Paulo Expo Exibition & Convention Center, que possui ruas pequenas em suas redondezas, onde as pessoas estacionam carros no caminho tornando a chegada ao evento ainda mais complicada, ainda tivemos no ultimo ano problemas em relação ao estacionamento, uma vez que o edifício garagem estava em construção e não havia um estacionamento oficial do evento, o que fez com que TODOS os visitantes se desdobrassem para estacionar nas ruas envolta do local), nenhum desses pormenores é de responsabilidade da organização do evento e não há nada de ruim a se falar do que concerne a esta.
Takeru Satoh ator que interpretou Kenshin Himura na trilogia de filmes baseada no anime/ mangá Rurouni Kenshin (Samurai X), no evento de 2015.  

Em 2015 ainda pude conferir (por necessidade, é claro), a área do fraldário. E em se tratando de um evento com a proposta e duração do Festival do Japão, tenho que admitir que ficou melhor do que muitos lugares onde já fui obrigada a trocar o meu filho. Se tratava de uma estrutura de contêiner, com quatro ou cinco trocadores, uma pia com água corrente para banhos, e algumas cadeiras de amamentação. Na realidade era um espaço melhor do que o que encontramos em alguns Shoppings Centers por aí.

                                                                   Balrogs e o pequeno em 2015

O que é preciso saber:

  • O ingresso antecipado sai pelo valor de R$20,00 e pode ser comprado nas lojas credenciadas informadas no site oficial do evento.
  • O ingresso na porta sai por R$23,00.
  • O evento disponibiliza transporte gratuito a partir da estação Jabaquara do metrô, durante os 3 dias de evento das 8h às 22h.
  • O estacionamento, quando disponível (como aconteceu em 2014) é cobrado a parte, no valor de R$40,00.
  • A entrada é gratuita para crianças até 8 anos e idosos acima dos 70.
  • O festival acontece em três dias:

·         08/07/16 – das 12h às 21h (sexta-feira)
·         09/07/16 – das 10h às 21h (sábado)
·         10/07/16 – das 10h às 18h (domingo)
  • Na Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo, SP.
  • Demais informações, como os pontos de venda dos ingressos antecipados estão disponíveis no site oficial do evento: http://www.festivaldojapao.com/

Espero que tenham gostado da recomendação e podem esperar a cobertura do evento pelos Balrogs, pois certamente estaremos por lá.


Abraços em clima oriental a todos!

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Estação de Garotas Gilmore

By Leticia (Luthy) Sena

O que pensar de uma série de TV que em algumas temporadas conta com a participação de um dos grandes nomes do rock nos anos 80, como Sebastian Bach? E ainda por cima, muita referência literária, café, comida e filmes B. Isso é parte do que encontramos na nostálgica Gilmore Girl’s. A série ficou conhecida no Brasil como Tal mãe, tal filha, um título bem justo se considerarmos que a trama gira em torno do relacionamento maternal entre Lorelay Gilmore (Lauren Graham) e Rory Gilmore (Alexis Bledel), estreou nos anos 2000 e até hoje faz muito sucesso, tanto que terá um revival ainda este ano através da nossa queridíssima Netflix, que inclusive disponibilizou todas as temporadas clássicas (7 ao todo) a partir de primeiro dia de julho deste ano.
Lorelay é uma jovem nascida numa família de classe alta estadunidense, que larga tudo depois de se descobrir grávida aos 16 anos, e se desdobra para criar a filha sem a ajuda dos próprios pais ou até mesmo do progenitor da criança.

De fato, a história atualmente pode até parecer um tanto clichê, mas o grande encanto da coisa, é que além de mãe Lorelay se esforça por ser a melhor amiga de sua filha, e além disso ainda precisa lidar com a conturbadíssima relação com sua própria mãe Emily Gilmore (Kelly Bishop).
Mas o que realmente apaixona nessa série estranhamente famosa? Os diálogos rápidos, as referências inacompanháveis, o sarcasmo constante e a maravilhosa química entre o elenco. Além de tudo, todas as pessoas que conheço e que acompanharam a série, se identificam ou conhecem alguém muito parecido com algum dos personagens dessa maravilhosa comédia.
É simples, o clima de Stars Hollow (cidade onde a maior parte dos acontecimentos da série ocorrem), seus moradores incomuns e as belas, queridas e incríveis protagonistas é o que prendem magistralmente os espectadores, não há como não querer descobrir como se desdobrará os relacionamentos entre essas pessoas que poderiam muito bem estar em nosso convívio cotidiano.
O revival aparentemente pretende trazer a série um final mais apropriado do que foi o final da sétima temporada em meados de 2006/2007, e (acredito eu) bater o martelo sobre os relacionamentos românticos de mãe e filha.

Aparentemente apenas dois atores não retornam nessa última temporada, que já ganhou o nome de Gilmore Girls: Seasons (cada episódio receberá o título de uma estação do ano) Melissa McCarthy que interpreta a melhor amiga de Lorelay, Sookie St. James, há muita especulação em torno de sua ausência na série. E Edward Herrmann, nosso eterno Richard Gilmore, que faleceu em 2014 deixará boas lembranças.




Teorias:


Já se sabe que em função do falecimento de Edward Herrman, o pai de Lorelay na ficção também terá falecido, e já foi divulgado que no primeiro episódio as garotas Gilmore estarão lidando com o luto.
Bom, acredito por esse motivo que o primeiro episódio a ser apresentado será Outono, pois será o momento do luto e as coisas sempre melhoram para Lorelay, quando neva, o que faz do segundo capítulo Inverno.

Também acho que, uma vez que todos os namorados da Rory irão voltar nessa temporada, cada episódio irá tratar do amadurecimento dos relacionamentos românticos da série. E ainda aposto num casamento duplo de mãe e filha como final de ouro da série. Quem sabe bancado por Emily Gilmore? Eu torço por Rory e Dean (Jared Padalecki) (embora eu goste muito do Logan também) e Lorelay e Luke (Scott Petterson), e vocês?


Concluindo, é uma série que amo demais e que marcou profundamente a minha adolescência. Reencontrar a cidade e todos esses personagens será como rever amigos e me reencontrar num momento mais maduro da minha própria vida. Não tem como não indicar e não amar as Garotas Gilmore.
Enfim, só nos resta aguardar ansiosamente.

E você? Quais são as suas teorias? O que espera de Gilmore Girls: Seasons? Compartilhe conosco!


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Análise - Dark Souls 2 (Xbox -360)

By Michel Zaneli


Olá leitores do 42 Balrogs, hoje estou aqui para compartilhar um pouco da incrível jornada que tive com Dark Souls 2, desenvolvido pela From Sotfware e lançado pela Namco Bandai em 2014. Ele segue a premissa do consagrado Demon’s Souls (exclusivo do PS3) e é continuação do Dark Souls.
Só para deixar esclarecido, nunca joguei os jogos anteriores da série, então não estranhem caso eu acabe achando algo incrível e vocês percebem que só é fórmula repetida dos jogos anteriores.
Pois bem, o charme maior do jogo em si é o fato de você não ter quase nenhuma noção do que está acontecendo no game. Você é jogado num mundo obscuro, sinistro e totalmente desolador de Drangleic, habitado por antigos dragões que em eras passadas dominavam o mundo. Você é um amaldiçoado, ou se preferir um morto-vivo que viaja para este mundo em busca da sua humanidade. Até aí nada demais, muitos outros jogos abordam esta jornada do heroi incessantemente e não fazem tanto sucesso como Dark Souls, mas por que? Sua jogabilidade e dificuldade são o segredo do sucesso.
Logo no começo após a belíssima cutscene, você é enviado para um tutorial do jogo e a montagem do personagem, escolhendo o gênero, características físicas e uma dezena de classes que vão desde guerreiros a assassinos e magos. Cada um deles vem acompanhado de qualidades e fraquezas que auxiliaram na jornada.

As vezes você vai perder horas de jogo só admirando o cenário de Dark Souls 2.

Depois disso você é simplesmente largado num mundo único em detalhes gráficos, som ambiente que te acompanhará o jogo inteiro e NPC’S que dão pequenos conselhos na progressão da história.
Sua jogabilidade no início assusta um pouco aqueles que estão acostumados com jogos mais rápidos em movimentação, mas depois com o tempo você percebe um pouco de realismo, uma vez que tudo o que você faz é usando a stamina, obrigando-o a planejar antes de atacar qualquer um que vier pelo caminho.
Sua dificuldade apesar de dar medo, não exige tanto do jogador como falam por aí. O jogo lembra muitos os jogos da era NES e SNES que se você não aprendesse a ler os movimentos dos seus inimigos era morte na certa. Depois de acostumar com a morte dezenas e dezenas de vezes você se habitua ao inimigo e tudo está resolvido. Poções, itens de cura, magias e fogueiras são muito úteis para sua sobrevivência. As fogueiras para quem não sabe servem de checkpoint e locais de transporte pelo mundo de Drangleic, então é sempre bom explorar cada canto para encontrá-las. Para cada inimigo abatido você ganha almas que servem como ponto de experiência, quanto mais acumular melhor, pois são elas que ajudam na compra de armas, armaduras, itens e no seu aumento de level. Mas, caso você morra e tenha armazenado um determinado número, você volta para a última fogueira encontrada e seus pontos de alma vão para ZERO, obrigando você a voltar onde tinha morrido, mas se você morrer neste percurso antes mesmo de reconquistá-las, todas elas desapareceram e você ficará simplesmente muito fulo da vida, tai outra coisa que só a From Software soube criar que deixou muita gente orgulhosa de zerar o jogo, porque chega uma hora que você não aguenta mais ser saco de pancada e ver as suas tão suadas almas serem perdidas à toa e é a pior sensação de todas.
A trilha sonora do jogo é muito boa, sendo que sua maior parte predomina o som ambiente dos cenários, o som do combate e as vezes, uma música épica nos chefões do jogo. E por falar em chefes o jogo é recheado deles, cada um forçando você a se planejar antes e reorganizar a melhorar estratégia para derrota-los.
O jogo acompanha modo single-player ou online. O primeiro é simples, você sozinho pelo mundo de Dark Souls 2, tendo que se virar para enfrentar dezenas de inimigos e depois no final do caminho enfrentar algum boss apelativo. Já no modo online você pode se beneficiar de grupos para enfrenta-los, isso auxilia muito na hora do aperto contra eles. Mas tome cuidado, da mesma forma que pessoas boas surgem para ajudar, também há aqueles que podem tornar seu sonho num pesadelo, por exemplo, você demora horas ou até dias para derrotar o Dragão Ancestral (um chefe opcional que caso acerte você com suas chamas sua vida é zerada automaticamente) depois de matar o boss você conquista a vitória e a experiência, mas caso apareça alguém e ela for de uma aliança rival da sua ele tem o direito de mata-lo e acabar com toda a sua alegria. Neste caso eu optei em finalizar o jogo do início ao fim no off-line para evitar esse tipo de experiência, achei a jornada mais interessante e solitária que aprofundou ainda mais no tema sombrio do game.

Olha o bicho vindo, o bicho vindo moleque.

Depois de você finalizar o game um New Game + é habilitado que aumenta a dificuldade do jogo, altera os inimigos nas fases, inseri outros inimigos e alguns boss recebem soldados para piorar sua vida. Também foi lançado pacotes de DLC’s que acrescentam mais horas de jogatina e um novo final faz parte do pacote. Mas não se preocupe, que quando você finalizar o jogo tudo vai parecer mais fácil, e só pelo fato de você estar jogando essa preciosidade toda essa experiência valerá a pena!
Espero que vocês tenham gostado da análise, não esqueçam de compartilhar com os amigos e fiquem à vontade para mostrar sua experiência deste incrível game.


 

terça-feira, 21 de junho de 2016

Jogos Memoráveis - Onimusha 3 - Demon Siege

Um dos primeiros jogos que joguei quando finalmente consegui o meu tão desejado PS2, em 2005. Só tenho boas lembranças deste jogo, como aproveitar os 10 minutos que faltavam para sair para ir à escola jogando, por não aguentar a ansiedade de jogar. Naquela época ficava deslumbrado com as cenários, e também aquela animação de CG no início. 

Joguei somente o 3 e o 4, não joguei os anteriores mas também não senti falta.

O jogo se passa no Japão Feudal depois de 9 anos depois do primeiro jogo da série. Samanosuke Akechi estava enfrentando Nobunada Oda, mas ele é transportado para o futuro, e Jacques Blanc é transportado para o passado. 

Cada personagem tem uma jogabilidade diferente, com Jacques derrotar os inimigos era muito mais fácil por conta do tipo de arma que utilizava. 



Enquanto Samanosuke utilizava espadas ou machado, Jacques utilizava chicote, lança, espada, mas todas as armas alcançavam o inimigos voadores, e era possível arremessar os inimigos, até os grandões. O que facilitava a vida. Sem contar que contra alguns chefes você poderia esquivar deles acertando um ponto no teto que projetava o personagem pro outro lado. E com Samanosuke você tinha que correr, se não o bicho pega.


Há partes no jogo em que você deve fazer algo no passado para que no futuro seja possível acessar algum lugar, por exemplo, com Jacques você deve plantar uma muda perto ao lado do muro do castelo, para que 500 anos depois seja possível descer por ela com o Samanosuke.

Foi um jogo que marcou minha memória, e voltarei a jogar em breve.